Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Akira Toriyama em Sex Jun 12, 2015 5:35 pm

Drogo escondeu-se atrás de uma rocha com Barus, enquanto a pequena olhava mais à frente, aproveitando-se da habilidade dos hobbits de se esconderem. Com a besta pronta para atirar, ele tentou espiar o perímetro. Caso visse algo, poderia avisar Barus e dar algum tipo de apoio à distancia para Ruby.

OFF:
Teste de Observar para espiar o lugar a partir de seu esconderijo.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por monstroloko em Seg Jun 22, 2015 12:20 pm

Barus fica ansioso em deixar a pequena hobbit ir sozinha em direção ao perigo, mas ela sem duvida é a pessoa mais capacitada para situações furtivas. Ele fica com Drogo e Thauromir atrás de um pedregulho.

Como está escuro e ele está um pouco mais longe do que quer que esteja ocorrendo a frente, Barus decide sacar sua espada de vagar e silenciosamente e tentar ouvir o máximo possível.

Ele coloca um dedo na frente dos lábios sinalizando para Drogo e Thauromir fazerem silencio e tenta ouvir.

#teste de audição#




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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Blodtørstige Warg em Ter Jun 23, 2015 4:05 am

Testes:


Teste 01:

Ruby testa Furtividade, NA 9, para regressar sem fazer barulho, e obtém:

7 +3 = 10 (Sucesso)

Teste 02:

Drogo testa Observar, NA 13, para detectar algo oculto, e obtém:

5 +2 = 7 (Falha)

Teste 03:

Barus testa Percepção, NA 14, para tentar ouvir algo, e obtém:

11+2 = 13 (Falha)

Teste 04:

Tallarim testa Percepção, NA 14, para perceber emboscada, e obtém:

7 + 2 = 9 (Falha)

Barus, Drogo e Ruby.

A Hobbit recua de forma silenciosa, sem nenhuma dificuldade. Ela cochicha para os demais sobre o que viu. O grupo então toma conhecimento de que há um homem agonizando no chão, com um ferimento grave, e está perdendo sangue muito rápido. Ruby também comenta que há ao menos três homens escondidos nos arbustos.

Eles começam a imaginar por que um grupo de ladrões iria ferir mortalmente um homem na estrada e armar uma emboscada. Os ladrões não sabiam da presença deles no local, logo isso não faria sentido, já que eles poderiam ficar a noite toda à deriva esperando algum viajante passar ali -- o que é bem improvável, de fato, já que tal estrada raramente é usada.

Quando todos tentavam encontrar um sentido na atitude dos ladrões, a resposta veio na forma de longínquos assobios...

Tallarim

O Anão havia adentrado Dagolard a poucos minutos. A julgar pelo estado deserto do local, ele imaginava não haver almas vivas ali, por isso caminhava cantarolando e assobiando, totalmente despreocupado. Tallarim estava ali porque seguia Fraudrick, um negociador, colecionador e coletor de informações a respeito de tesouros, armas exóticas e tudo o que é, no geral, precioso. Ele já havia visto o homem em Bree, e um velho Anão ferreiro havia dito a ele que Fraudrick conhecia a localização de diversos tesouros, e estava disposto a vender tais tesouros.

Tallamir caminhava agora próximo a uma região com rochas mais altas, tão altas quanto trolls, e algo chamou a sua atenção. Era Fraudrick. O homem estava caído no chão, ensanguentado. Quando Tallamir correu até ele para confirmar se era de fato Fraudrick, oito homens pularam dos arbustos com armas diversas, desde espadas curtas até arcos e machados, cercando o Anão.

-- Queremos o seu ouro e as suas armas, Anão... Agora!

Barus, Drogo e Ruby (Continuação)

Tudo estava explicado agora. Um dos ladrões deve ter visto o Anão se aproximando bem na hora em que os ladrões atacaram o homem, e então resolveram usar o moribundo como isca para roubá-lo.

O Anão estava claramente em desvantagem, porém nenhum dos ladrões havia notado o grupo de Barus. Embora eles pudessem voltar e não se envolver na briga, o simples fato de haver um  grupo de ladrões por  perto não inspirava confiança ao grupo para simplesmente voltar e dormir como se nada tivesse acontecido.

OFF: Lembrem-se que nenhum de vocês foram notados pelos ladrões.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por monstroloko em Ter Jun 23, 2015 7:10 pm

Barus, que já está com a espada na mão, fala baixinho para os outros -"Esses ladrões já estão muito perto de nosso acampamento, depois de roubarem o anão nós podemos ser os próximos. Drogo, atire assim que você tiver um deles bem na mira. Ruby e Thauromir, fiquem com Drogo."
O guardião termina de falar e começa a se mover cuidadosamente na direção dos bandidos pra fazer o melhor uso possível do elemento surpresa.

#teste de furtividade pra se aproximar e poder atacar de perto#




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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Akira Toriyama em Qua Jun 24, 2015 10:29 pm

Havia um grupo de ladrões cercando um anão. O anão parecia despreocupado enquanto andava, mas agora estava parado, olhando para seus assaltantes. Drogo ficou atrás da pedra, apenas com a besta apontada enquanto o guerreiro se esgueirava para mais perto dos ladrões.

- Ruby, se quiser arremessar algumas facas, seria uma boa ideia. Subir em alguma árvore e saltar sobre eles também ajudaria muito. - sussurrou, depois se virou para o mágico. - Se você tiver alguma magia que nos auxilie agora, seria ótimo para ajudar Barus.

OFF:
Teste de Combate à distância pra atirar num dos ladrões.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por HiroshiZ em Qui Jun 25, 2015 1:14 am

Quando ele viu isso, achou melhor defender Fraudrick pois não era do tipo que fugia de uma batalha. Ele queria defender Fraudrick a todo custo. Foi pensando que Tallarim sacou sua arma e foi para cima de seus oponentes.

- Saem de perto ou preparem-se para morrer !!!
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Dracone em Qua Ago 19, 2015 7:36 pm

Assim que percebemos o que estava acontecendo ali, tratei de tentar um plano pra distrair aqueles homens de alguma forma para ajudar o grupo. Talvez subir e atirar algumas pedras.

- Ruby, se quiser arremessar algumas facas, seria uma boa ideia. Subir em alguma árvore e saltar sobre eles também ajudaria muito. - disse Drogo. Dei risada antes de começar a subir.
- Olha o meu tamanho e olha o deles, se quiser pular lá, fique a vontade, Sr. Drogo. Eu me arranjo por aqui. - ri mais divertida ainda - Cuidado pra não ficar na minha mira.

Apanhei o máximo de pedras que consegui achar, enfiando nos bolsos da minha roupa e comecei a escalar. Dava gargalhadas internas enquanto subia, mal via a hora de perturbar uns ladrões. Ladrões. Hum...! Raça mais traiçoeira.

# teste para escalar árvore
#teste pra atirar pedras
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Blodtørstige Warg em Qui Ago 20, 2015 11:59 pm

Testes:


* Testes de Iniciativa (NA 6):

Barus: 9 (6+3)

Drogo: 12 (11+1)

Ruby: 10 (7+3)

Tallarim: 10 (9+1)

Thauromir: 13 (...)

Ladrões (2d6+1): 8,9,7,8,9,5,11 e 12.

Teste 01: Tallarim testa Presteza, NA 9, para evitar ataque, e tira:

14 (12+2) – [SUCESSO]

Teste 02: Drogo testa Combate à Distância, NA 10, para acertar o ladrão, e obtém:

10 (8+2) – [SUCESSO]

Teste 03: Ruby testa agilidade, NA 6, para escalar a árvore, e obtém:

15 (12+3) – [SUCESSO]

Teste 04: Ruby testa combate a distância, NA 8, para acertar uma pedrada, e obtém:

8 (8+0) – [SUCESSO]

Teste 05: Barus testa Agilidade, para atacar o ladrão furtivamente (antes que ele acerte Ruby), NA 9, e obtém:

12 (9+3) – [SUCESSO]

Teste 06: Barus testa Prestreza para esquivar de uma sequência de quatro ataques,
NA 10, e obtém:

Ataque 01: 10 (7+3) – [SUCESSO]

Ataque 02: 11 (8+3) – [SUCESSO]

Ataque 03: 12 (9+3) – [SUCESSO]

Ataque 04: 9 (6+3) – [FALHA]

* Avaliação de dano (Barus)

Arma + Modificador de Força – Armadura

Espada Longa (2d6+5) +4 – 5 (Malha Comum)

(11+5) +4 – 5

(16)+4 – 5

20 – 5 = 15

Saúde = Vitalidade + Modificador de Força (12)

15 – 12 = 3.


Repentinamente, Thauromir cai de joelhos no chão, e começa a murmurar algo incompreensível. Seus olhos viram e sua face assume uma cor pálida, doentia e assustadora. No mesmo instante, os ladrões começam a se apavorar, olhando para todos os lados, como se ouvissem vozes, embora nada pudesse ser ouvido por ninguém do grupo de Barus. Isso deixa os atacantes (em sua maioria) desnorteados, embora dois deles ainda assim foram capazes de investir contra o Anão.

Dois dos ladrões, mesmo incomodados com algo que só eles conseguiam ver ouvir, partiram para cima de Tallarim. O Anão mostrou ser ágil, apesar de seu corpo troncudo, e conseguiu evitar o golpe da espada que passou zunindo sobre sua cabeça, fazendo uso de uma cambalhota instintiva. Quando o segundo ladrão tentou acertá-lo, uma seta saiu zunindo do meio do nada e o acertou no pescoço, o sangue jorrou forte, e o ladrão, desesperado, foi ao chão tentando tampar o ferimento com a mão, enquanto se debatia e sufocava.

Nesse instante, os ladrões restantes perceberam que Tallarim não estava sozinho, e a emboscada aparentemente se voltou contra eles. Eles ficaram ainda mais assustados e começaram a procurar de onde tinha vindo a seta. Foi nessa hora que Ruby, de prontidão em cima de uma árvore, acertou uma pedrada direto na testa de um deles, deixando-o tonto por alguns instantes. “Lá! É uma pequena!”, disse um deles. Quando o dito ladrão se preparava para atirar uma machadinha na hobbit, Barus investiu como um louco contra ele, lhe cortando o braço, provocando um grito de dor agoniante.

No entanto, o ataque deixou o guerreiro exposto aos homens restantes que, sem hesitar, foram para cima dele. Barus conseguiu com muita habilidade evitar três dos quatro ataques, porém o último atacante conseguiu cravar sua lâmina no ventre de Barus. Embora o guerreiro seja resistente e usasse sua malha, tal ferimento não pode ser tratado como algo banal. Barus cambaleou e caiu no chão, sentindo uma pontada terrível. Ele notou que seu sangue escorria pela malha.

O ladrão que Drogo atingiu no pescoço não iria mais causar problemas. O ferimento lhe causou a morte. O outro, com o braço decepado, debandou e abandonou seus companheiros à própria sorte. No entanto, ainda há seis ladrões, e com Barus ferido, as coisas começam a se complicar...

Notas em Off:

1 – Barus está Atordoado (-1 em todos os testes). Ele tem ainda 9 pontos de saúde nesse estado de vitalidade antes de cair para o próximo.

2 – Somente Drogo e Thauromir possuem ainda o efeito surpresa (eles ainda não foram detectados pelos ladrões).

3 – Quatro dos seis homens estão sobre Barus, um está próximo de Tallarim e o outro (o que levou a pedrada) se aproximando de Ruby, que está exposta em cima da árvore.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Akira Toriyama em Sex Ago 21, 2015 2:44 pm

O virote se alojou exatamente na garganta do ladrão. Drogo sentiu-se repentinamente enjoado, pensando no que fizera. Embora fosse um salteador qualquer que não hesitaria em fazer mal a qualquer um que pudesse lhe dar dinheiro, ele não era um guerreiro e não sabia lidar muito bem com aquele tipo de coisa. Seu amigo dependia daquilo.

O assalto durou bem pouco. Logo, havia um bandoleiro com uma mão decepada e outro caído, vítima do virote do mestre da sabedoria. Drogo sabia que não teria tempo suficiente para recarregar sua arma para um novo tiro. Guardou novamente a besta e puxou sua espada. Nunca tinha usado aquela lâmina, embora o pai tivesse lhe dado algumas lições que ele não aprendera muito bem. Respirou fundo e olhou para o mágico ao seu lado.

- Me dê cobertura. Prepare qualquer feitiço. - disse ao velho e saiu de trás da pedra, concentrando-se para fazer o que tinha feito mais cedo, quando ele aparecera com os lobos. Se aquilo funcionara com os animais, funcionaria com aquele bando de bandoleiros.

OFF:
Quero usar Virtude dos Valar para espantar os bandidos. Gasto 1 ponto de Coragem para o teste.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por monstroloko em Sex Ago 21, 2015 4:35 pm

Barus ataca como um louco e de inicio obtem sucesso em sua investida. Seu primeiro ataque incapacita um inimigo e assusta os outros. Ele segue se movendo pelo campo de batalha dando pequenos golpes para manter seus inimigos atordoados e desconfortaveis. Porém manter tantos homens distraidos para dar a seus amigos e ao anao tempo de reagir não é uma tarefa fácil, e logo um deles consegue o foco necessario para atacar o agil guardiao.

Uma lamina se aloja no ventre de Barus, que imediatamente chuta e tenta se afastar, porém sua força falha frente a dor e ele vai ao chão. O guerreiro sabe que ficar parado vai garantir sua morte, e se levanta rapidamente e tenta continuar na luta, rezando para que seus amigos usem bem o tempo que ele está comprando.

off:
Barus não vai atacar, vai apenas focar em se defender e evitar os golpes que vierem pra cima dele. Posso usar coragem pra isso?




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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por HiroshiZ em Sex Ago 21, 2015 6:13 pm

Vendo que o terceiro homem caiu, quis acabar com sua luta o mais rápido possível.Então tentou golpear a perna do adversário,para apenas o inutiliza-lo e acabar com ele depois.Se conseguisse fazer isso o anão com certeza correria para ajudar outro.

OFF:
Quero atacar como martelo, mirando na perna (se isso fazer diferença, claro) abusando da diferença de altura.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Dracone em Sex Ago 21, 2015 6:47 pm

A luta la embaixo estava intensa. Barus atingido. Um ladrão havia tentado me acertar, tendo o que merecia logo em seguida. Um homem vinha em minha direção. Aquilo tudo só me fez pensar em uma coisa: É melhor tudo isso acabar bem, porque estou morrendo de fome. Apoiei nos galhos, fingindo querer subir mais. Ia ser tipo pique esconde até o desgraçado conseguir atirar algo em mim. Por um segundo fiquei indecisa sobre o que fazer, mas um som despertou uma raiva imensa em mim. Minha barriga roncava . Não, aquele maldito não ia atrasar minha refeição.

Saltei em cima dele, tirando as adagas da cintura e tentando ser o mais precisa possível com a lâmina.

Spoiler:

#teste para acertar o alvo.
(Quero usar um ponto de coragem)
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Blodtørstige Warg em Seg Ago 24, 2015 7:15 am

Testes:
* Testes de Iniciativa (2° Rodada):

Barus: 11 (9+3-1)

Drogo: 13 (12+1)

Ruby: 13 (10+3)

Tallarim: 5 (4+1)

Thauromir: 15 (...)

Ladrões (2d6+1): 9, 9, 7, 11, 7 e 10.

Teste 01: Thauromir testa Vigor, NA 12, para preparar feitiço, e obtém:
18 [SUCESSO]

Teste 02: Thauromir testa Agilidade, NA 13, para lançar o feitiço, e obtém:
15 [SUCESSO]

Teste 03: Thauromir testa Vigor, NA 12, para resistir a fadiga, e obtém:
20 [SUCESSO]

* Avaliação do dano (5d6+5): 6+6+6+3+5 = 26.

Teste 04: Drogo testa Espírito, NA 6, para invocar a Virtude dos Valar, e obtém:
17 (11+3+3 [1 Ponto de Coragem]) [SUCESSO]

Teste 05: Ruby testa Combate com Armas, NA 8, para acertar ladrão, e obtém:
15 (10+2+3 [Ponto de Coragem]) [SUCESSO]

Teste 06: Ladrão testa Prestreza, NA 13, para desviar do ataque, e obtém:
9 (7+2) [FALHA]

Teste 07: Ladrão testa Combate com Armas, NA 8, para atacar Tallarim, e obtém:
12 [SUCESSO]

Teste 08: Tallarim testa Prestreza, NA 10, para desviar, e obtém:
13 (11+2) [SUCESSO]

Teste 09: Tallarim testa Combate com Armas, NA 8, para atacar, e obtém:
16 (11+5) [SUCESSO]

Teste 10: Ladrão testa Prestreza, NA 12, para desviar, e obtém:
9 (7+2) [FALHA]

Thauromir fez um sinal afirmativo com a cabeça quando Drogo pediu a ele novamente o seu auxílio mágico na luta, mas de forma inesperada, o mago não ficou na retaguarda preparando um feitiço de auxílio dessa vez. Thauromir agarrou seu cajado e saiu correndo como um louco, urrando na direção do grupo que estava próximo a Barus, fazendo uma cara bestial e assustadora, nunca vista antes em um velho como ele.

O mago então parou de repente e, mirando no atacante mais próximo de Barus, apontou seu cajado. Uma sucessão de raios negros como sombras, contornados por uma luz púrpura doentia dispararam em alta velocidade. O ladrão foi arremessado para longe e, antes de tocar o chão, estava morto. O cadáver ficou carbonizado, com a pele negra exalando um mau cheiro terrível, como se tivesse sido arremessado a uma grande pira funerária. Foi uma visão assustadora, que deixou a todos em choque. Drogo e Ruby foram os primeiros a voltarem a si, e tiraram vantagem disso.

Drogo correu com sua lâmina desembainhada em direção ao grupo, mas não necessariamente para lutar. Ele novamente concentrou suas forças e pediu o auxilio de Elbereth. Conforme se aproximava, uma luz azul cristalina emanava dele, como uma aura divina, mostrando que Elbereth se manifestava, espalhando uma sensação de calmaria e paz entre os seus amigos, ao mesmo tempo em que uma sensação de medo e espanto tomava os ladrões, que já estavam abalados pelo espetáculo mórbido da magia de Thauromir. O grupo debandou imediatamente, cada um indo por uma direção.

Aproveitando ainda a distração que Thauromir e Drogo causaram nos ladrões, Ruby pega em mãos suas adagas e calcula a distância. O ladrão havia chegado perto o suficiente e não estava olhando para ela agora. Ruby, sem pensar duas vezes, saltou sobre ele. A hobbit acerta ambas as adagas na cabeça, perfurando o crânio e acabando com a vida de mais um deles.

Talvez tomado por uma sensação de desespero, o último ladrão ataca com todas as suas forças o anão, pensando que, se ele tiver que morrer também, levará ao menos um deles consigo.  No entanto, sua mente ainda estava abalada pela situação desfavorável, e mais uma vez o Anão conseguiu desviar do seu ataque, contra-atacando logo em seguida e lhe quebrando a perna com o grande martelo.

O último do grupo de ladrões estava ali, caído e urrando de dor, com os ossos da perna expostos e sangrando como um porco sendo abatido, e embora três deles tivessem fugido, jamais ousariam voltar ou tentar algo depois de terem visto Drogo e Thauromir. Agora que tudo acabou, todos ali voltavam a lembrar do que Thauromir fizera e, por algum motivo, aquilo parecia preocupante e incômodo, mesmo depois de terem vencido a batalha. No entanto, foram capazes de deixar isso de lado por um instante quando se lembraram que Barus está ferido e que há um corpo a mais na estrada.

OFF: Drogo e Ruby tem 2/3 pontos de coragem.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Akira Toriyama em Qua Ago 26, 2015 1:33 pm

Depois da batalha, Drogo se deu conta do quanto fora perigosa sua decisão. Ao sair de seu esconderijo de maneira brusca, arriscara a posição de seu grupo e a si mesmo, considerando que suas habilidades de combate fossem baixas. Felizmente, tudo correra bem. Elbereth estava ali, emprestando um pouco de sua força sempre que necessário. O que o deixou curioso foi o feitiço lançado por Thauromir.

Havia um anão logo ali, que fora atacado pelos ladrões mais ou menos no mesmo tempo que Barus começou a lutar com eles. Usava uma armadura, um escudo e um martelo, denunciando que era um guerreiro. O mestre da sabedoria fez uma mesura para ele.

- Obrigado por nos ajudar nessa luta, mestre anão. - disse. - Sou Drogo, um estudioso. Estes são meus companheiros de viagem Barus, Thauromir e Ruby. Você está ferido?

Após a resposta do anão, Drogo foi checar os ferimentos dos outros. Ruby estava bem, mas Barus tinha um ferimento no flanco. Se suas habilidades em combate fossem poucas, Drogo podia garantir que sabia como cuidar de ferimentos bem o suficiente para manter alguém vivo. Porém, havia outro corpo na estrada, e talvez sua condição fosse ainda pior que a do guerreiro.

- Barus, vou pedir que aguente só mais um pouco. - disse, enquanto caminhava em direção ao corpo. - Preciso checar aquele corpo na estrada, ver se está vivo e quem é.

Foi até o corpo e checou seus sinais vitais. Depois de fazer o tratamento necessário, voltou-se para o amigo, com algumas ervas medicinais e uns utensílios que o ajudariam a limpar o corte.

- Thauromir, faça alguma luz, por favor. - pediu. - Assim, consigo enxergar melhor o ferimento de Barus.

Ele olhou para o mágico com suspeita, ao lembrar-se do feitiço que ele conjurara. Não disse nada aos demais, mas fez uma nota mental de perguntar a ele sobre aquilo quando tivesse oportunidade.

OFF:
Teste de Curar para ver se o corpo na estrada está vivo e, no caso de sim, fazer o tratamento necessário para estabiliza-lo.

Teste de Curar para tratar do ferimento de Barus.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Dracone em Qua Ago 26, 2015 2:47 pm

Depois que acertei o ladrão, limpei minhas adagas e guardei novamente. Não era das melhores sensações tirar a vida de alguém. Mas nesse caso, me senti bastante útil em ajudar meus companheiros. Me senti parte de algo maior, muito além de ficar na vila, roubando as tortas deliciosas da vizinha, fazendo travessuras sem propósito algum. Agora estava ajudando pessoas.

Limpei a sujeira das roupas e fui até onde Barus estava. Havia se ferido, fiquei olhando curiosa o que Drogo fazia. Olhei para Thauromir, enrugando o nariz e o cenho.

- Por Deus, o que foi aquilo que você fez? Fez todo mundo se borrar de medo. O cara ficou torradinho. Consegue usar isso pra assar um porco, por exemplo? Mas eu vou ter que te ensinar o ponto certo, ninguém vai querer comer carvão.  - olhei para o anão, depois para Drogo e cochichei - Será que ele precisa de ajuda também?
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por HiroshiZ em Sab Ago 29, 2015 3:03 am

Com a queda do oponente, Tallarim procurou por mais um, não achou, apenas avistou um humano vindo em sua direção.

- Olá, sou Tallarim, não estou ferido e seu amigo ali ? Me parece que tomou uma pancada bem forte, não é ? Existe mais alguém escondido aqui ainda ?

Com isso, o anão foi até o homem caído. Um pouco desconfiado, pois não conhecia nenhum deles. Só não esqueceu de apunhalar um odre e começar a tomar seu vinho.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por monstroloko em Sex Set 11, 2015 4:10 pm

Barus se prepara para se defender, mas acaba sendo desnecessário devido ao show conduzido por Drogo e Thauromir. A magia de Drogo é obviamente benéfica para o grupo e reafirma sua conexão com conhecimentos benignos. A magia de Thauromir por outro lado parece liga-lo a mistérios que apenas homens muito reprováveis teriam...

O guardião sabe que não está em condições de resolver nenhum problema de imediato e se ocupa de ficar sentado no chão se recostando em uma pedra conveniente. Ele colabora com as ministrações de Drogo e observa o anão que resgataram, fazendo um pequeno gesto de saudação.




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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Blodtørstige Warg em Seg Set 14, 2015 4:06 pm

Testes:
Drogo testa Cura, NA 9, para tratar o ferimento de Barus, e obtém:

11 [7(2d6)+4] - SUCESSO.

-- Fiz o que precisava fazer. Apenas isso. -- Essa foi a única coisa que Thauromir disse a respeito dos comentários da sua magia. Todos perceberam que o velho havia ficado constrangido com a forma que era encarado.

- Obrigado por nos ajudar nessa luta, mestre anão. - disse. - Sou Drogo, um estudioso. Estes são meus companheiros de viagem Barus, Thauromir e Ruby. Você está ferido?

As apresentações eram feitas. O Anão saudava o grupo, que era respondido com um aceno de cabeça por Ruby, Thauromir e Barus, conforme Drogo os apresentava. No entanto, Drogo não sabia dizer a Tallarim se havia mais alguém escondido nas matas, embora tudo indicasse que não. Ele levou as palavras do Anão em consideração e voltou novamente sua atenção para Barus. O guerreiro sangrava. Estava longe de ser um ferimento letal, mas ainda assim era muito doloroso e atrapalhava a mobilidade do guerreiro -- o que, obviamente, era perigoso durante um combate.

- Barus, vou pedir que aguente só mais um pouco. - disse, enquanto caminhava em direção ao corpo. - Preciso checar aquele corpo na estrada, ver se está vivo e quem é.

Drogo foi então ao corpo caído na estrada, mas antes mesmo de chegar perto o suficiente para examiná-lo, já podia ver que ele estava morto. Havia uma mochila com ele. Uma mochila aberta onde uma espécie de mapa aberto.

OFF: Para adiantar um pouco as coisas, vou assumir aqui que Drogo pegou o mapa.

Drogo volta com o mapa em mãos. É uma figura grande de uma torre, e pelos desenhos ao redor, ele percebe que é o mapa da própria região de Dagolard. Quando ele volta, Tallarim nota o mapa, percebendo que era exatamente que ele queria encontrar. Era o mapa que levava aos tesouros de Fraudrick, então Tallarim se deu conta que o homem morto era Fraudrick!

- Thauromir, faça alguma luz, por favor. - pediu. - Assim, consigo enxergar melhor o ferimento de Barus.


Ainda constrangido, o mago sem dificuldade cria uma esfera de luz azulada forte o suficiente para iluminar cinco metros à frente, porém a luz não é forte a ponto de ser desconfortável para os olhos. Drogo então começa a tratar do ferimento de Barus, que começa a suar pelo esforço de pequenos gestos, graças a dor do ferimento. Sem dificuldade, o mestre da sabedoria reduz o efeito da dor e para o sangramento, usando no final uma bandagem limpa. Thauromir ajuda Barus a se levantar que já se sente quase sem dor (apenas algumas leves pontadas, vez ou outra), e já se movimenta um pouco melhor. No entanto, o guerreiro deve repousar e evitar movimentos bruscos por alguns dias, até que o ferimento cicatrize por completo. Por fim, Drogo presta mais atenção no mapa. É uma espécie de torre velha e bem alta, feita de pedra. Na outra parte do mapa, há uma ampliação de sua entrada. Parece uma porta comum, porém há nela a seguinte frase:

"O sacrifício é o mais honrado dos atos, porém a natureza do que se sacrifica pode repercutir pela eternidade."

A frase soa um tanto estranha e enigmática para todos, deixando evidente que estão diante de mais um quebra-cabeça, e que caberá a Drogo resolvê-lo.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por monstroloko em Ter Set 15, 2015 11:15 am

"Obrigado, Drogo." Barus se levanta com a ajuda de Thauromir e não consegue deixar de reparar que de todos ali foi justamente o idoso que o ajudou a se levantar... "Obrigado, Thauromir."

O guardião vê o mapa que Drogo e Tallarin estão olhando e chega perto para olhar também.

#testar conhecimento(gondor) para ver se ele sabe algo sobre a região que o mapa representa.#




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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Akira Toriyama em Sab Set 19, 2015 2:25 pm

A resposta do mágico pareceu um tanto desesperada. Drogo decidiu não desconfiar totalmente do velho que os tinha ajudado muito desde que chegaram à cidade, mas não podia ignorar o feitiço que tinha presenciado. Por mais que fosse preciso ajudar os companheiros, um homem que se entrega ao desespero de maneira tão fervorosa é facilmente corrompido. O estudioso sabia disso, e não queria pôr tudo a perder.

Depois de constatar que o corpo na estrada estava de fato morto e que ninguém além de Barus estava ferido, ele cuidou dos ferimentos do guerreiro e consultou o mapa que encontrara entre os pertences do falecido. Havia o desenho de uma torre e uma frase enigmática escrita, mas Drogo não quis pensar muito naquele momento. O corpo na estrada era de uma vítima de salteadores, e provavelmente havia alguém em algum canto que esperava por sua chegada.

- Pessoal, antes de mais nada, quero dar um enterro decente a este coitado. - disse aos companheiros. - Depois cuidamos do resto.

Depois de feito o enterro, ele se concentrou no mapa. A frase lhe parecia muito apropriada ao momento. Seu amigo mágico poderia estar sacrificando a própria alma em troca do poder que os salvara, mas o preço era alto demais. Por mais que estivesse grato pela ajuda, Drogo não conseguia deixar de pensar que a corrupção pudesse estar ali, em algum canto. Assim que teve oportunidade, procurou por Thauromir e se certificou que não havia ninguém por perto.

- Sei que fez o que era preciso - disse. - e não quero que pense que sou um ingrato. Mas a Sombra se aproveita dos nossas mais genuínas intenções para espalhar sua corrupção. O caminho certo nem sempre é fácil e o sacrifício nem sempre é nobre. A Sombra existe para ser derrotada, não usada como uma ferramenta.

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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Dracone em Qui Set 24, 2015 2:33 am

Observei calada o que Drogo fazia para curar Barus, depois da resposta defensiva do bruxo. Todos realmente desconfiavam do velho. Mas ele só havia nos ajudado até agora. Poderia ter matado todo mundo se quisesse, desde o episódio com os lobos. Então não há com o que se preocupar, não é verdade?

Depois da descoberta do mapa, me interessei em aproximar pra olha-lo, com muita curiosidade.

- Ora, mais charadas? - e enigmas me abrem o apetite - O que acham que isso significa? Poderíamos comer enquanto discutimos o assunto. Acordar no meio da noite me dá fome. Ainda mais pra lutar. Lutar gasta energia, que se recupera comendo, não é lógico? Não compliquem, sei que é a melhor sugestão da noite.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por HiroshiZ em Ter Set 29, 2015 10:27 pm

Vendo que o corpo na estrada era de Fraudrick, Tallarim ficou muito aborrecido e queria vingança.
-Este homem é meu amigo, Fraudrick. Não sei quem fez isso, mas garanto que farei de tudo por fazer sair sangue o bastante para pintar a montanha de ferro !!

Então com isso em mente, Tallarim procurou não falar muito. E prometeu que quando tudo estivesse acabado, iria encher a cara em homenagem a seu amigo.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Blodtørstige Warg em Qui Out 15, 2015 6:09 pm

Testes:


Barus testa Saber (Reino de Gondor), NA 3 para saber sobre a região de Dalogard (Sucesso Automático)

Drogo testa Espírito, NA 15, para entender a charada, e tira:
7+3 = 10 (Falha)


-Este homem é meu amigo, Fraudrick. Não sei quem fez isso, mas garanto que farei de tudo por fazer sair sangue o bastante para pintar a montanha de ferro !!

Drogo, Thauromir e Tallarim se ocupam em enterrar Fraudrick, enquanto Ruby e Barus analisam o mapa. Enquanto o homem era interrado, Drogo gentilmente tenta aconselhar Thauromir em relação ao seu feito com a magia.

- Sei que fez o que era preciso - disse. - e não quero que pense que sou um ingrato. Mas a Sombra se aproveita dos nossas mais genuínas intenções para espalhar sua corrupção. O caminho certo nem sempre é fácil e o sacrifício nem sempre é nobre. A Sombra existe para ser derrotada, não usada como uma ferramenta.

Thauromir olhou para Drogo com um olhar de dúvida, como se o que ele tivesse dito não fazia sentido algum e não havia motivo algum para ele ter dito, porém nada disse (Off: Tallarim pode fazer algum comentário aqui, se quiser).

O trio terminou de enterrar Fraudrick, e então se juntaram a a Barus e Ruby para analisar o mapa.

- Ora, mais charadas? - e enigmas me abrem o apetite - O que acham que isso significa? Poderíamos comer enquanto discutimos o assunto. Acordar no meio da noite me dá fome. Ainda mais pra lutar. Lutar gasta energia, que se recupera comendo, não é lógico? Não compliquem, sei que é a melhor sugestão da noite. . .

-- Concordo com a nossa hobbit -- dizia Thauromir -- essa luta me deixou bem cansado e uma comida agora não seria nada mal. No entanto, esse mistério me deixou curioso, e se o nosso mestre da sabedoria puder nos orientar, eu não me importo em esperar mais um pouco e ver esse lugar... Então Drogo, o que essa frase te diz?

O mestre da sabedoria parecia constrangido, pois ele não fazia ideia do que significava a frase(Off: No entanto, qualquer um de vocês podem fazer suposições a vontade). Por outro lado, Barus sabia exatamente que lugar era aquele e sabia que estava bem próximo dali, não levando mais do que dez minutos de caminhada. Embora soubesse o caminho, ele nunca ouvi falar que a torre continha algum segredo ou algo de valioso, no entanto era um lugar antigo que ninguém nunca tentou explorar realmente, então não havia como ter certeza de nada.

Off: Barus pode conduzi-los imediatamente a torre ou vocês podem voltar ao acampamento, caso queiram fazer algo lá. A escolha é toda de vocês.
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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por monstroloko em Sex Nov 13, 2015 12:34 pm

O guerreiro fica sentado enquanto os outros cavam e enterram o anão morto. Sua condição física dificultava muito que ele pudesse ajudar no trabalho braçal.
O enterro foi uma ocasião particularmente triste, pois Barus sabia do costume dos anões de fazer enterros em rocha crua e profunda, já esse enterro foi um buraco raso no chão macio...

Após o enterro Thauromir e Drogo se afastaram e tiveram uma rápida conversa que Barus não pode ouvir. O guardião ficou olhando e se lembrando de suas suspeitas... claramente o velho devia ser vigiado. Porém era inegável que até o momento o mago vinha sendo prestativo e muito útil. Barus ficou pensando em qual seria a melhor forma de agir e decidiu pela paciência e pela observação. Após essas reflexões o mapa encontrado com o falecido atiçou sua curiosidade.

Sempre um fã de explorar o desconhecido Barus logo exclama "Eu conheço essa região, é um vale próximo daqui. Acredito que apenas 10 minutos de caminhada (de um homem saudável) naquela direção" ele ergue um braço e aponta "e devemos chegar lá". Ele estuda o mapa e varre suas memórias mais um pouco "Porém essa é uma região de ruínas, sem nada de valor que eu saiba. Além disso" ele olha de canto de olho para Tallarim "temos assuntos pendentes e não será bom nos atrasar".

Barus se levanta e começa andar lentamente "Vamos voltar ao acampamento amigos. Ficar aqui no frio não nos fará bem algum." Enquanto ele anda Barus já vai tentando se lembrar de todas as lendas e historias antigas que ouviu sobre a região da misteriosa torre. Ele não gosta da ideia de atras a sua missão, mas como já está tao próximo do local não custa pensar um pouco no assunto!

#Teste de conhecimento de historias locais(espirito?)#
Barus gosta de conhecer costumes e historias dos locais onde passa, então talvez ele tenha ouvido falar algo (útil ou inútil) sobre o povo que morou na região quando a torre foi construída/tomada/sei-la-o-que...




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Re: Os Cristais de Valfenda - Uma Fábula da Terra-Média

Mensagem por Akira Toriyama em Sex Dez 11, 2015 9:35 pm

Drogo ficou olhando para o mapa e sua charada sem dizer nada. Enquanto isso, o resto do grupo conversava sobre ir ou ficar mais um pouco.

- Thauromir precisa descansar. Não podemos força-lo mais do que já fizemos. - concordou. - Acho melhor descansarmos mais um pouco e continuar a caminhada pela manhã. É o que faríamos, de qualquer forma. Enquanto isso, eu vou tentar decifrar esse enigma. Parece que decifrar esse tipo de charada se transformou na minha sina.

Ele sentou-se debaixo de uma árvore próxima e ficou olhando para o mapa. Precisava de tempo para pensar e se concentrar totalmente naquilo. Pelo jeito, seria uma tarefa complicada. Ele só esperava que não chegassem lobos do nada.

OFF:
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