Sweet Home Alabama

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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por monstroloko em Qua Jan 21, 2015 1:19 pm

Luke controla sua respiração e se concentra em se acalmar. Aos poucos seu corpo diminui e ele volta a sua forma "normal".

Ele ouve a conversa prosseguir sem falar nada, até que Bjorn termina de falar. "Meu nome é Luke, e me desculpe pelo susto." O garoto olha para o xerife nos olhos e acrescenta "Vou olhar esse corpo, e depois vou continuar procurando pistas por aqui e na cabana. Não posso descansar enquanto ele continuar sumido."

Após terminar de falar Luke se vira e segue para onde o xerife apontou.




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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Akira Toriyama em Sab Fev 21, 2015 12:09 am

Eve e Bjorn


Eu sei que você está confusa. — disse Edward, num tom conciliador. — Mas de certa forma, você sabe o que está acontecendo. Sei que você já sonhou com isso antes. Sonhos em que você corre em quatro patas, uiva para a Lua e caça cervos na floresta. Esses sonhos são muito mais reais do que você pode imaginar.

A jovem sentiu uma pontada de familiaridade com o que o homem disse. De fato, muitas vezes sonhara coisas que lhe pareciam mais reais do que qualquer outra coisa. Além disso, houve vezes em que tivera a sensação de ver coisas que ninguém mais via. Às vezes, as árvores falavam com ela. Ninguém acreditava, no entanto. Eve se lembrava de quando os pais a mandaram para um psicólogo para falar sobre suas visões e amigos imaginários. Lembrava-se também da época em que parou de contar para os pais sobre o que via — ninguém iria acreditar, de qualquer forma.

A sua vida nunca mais vai ser a mesma. — continuou ele. — É impossível voltar a ser o que era antes. Mas pelo menos agora, você tem a chance de estar numa nova família. A escolha é sua.



Luke


O Uktena, embora fosse Galliard e gostasse de contar histórias, preferiu ficar de fora da situação. Estava curioso demais para ficar e contar para a nova garota que ela era Garou. Embora Edward tivesse dito que não era seu avô, Luke não se acalmaria até ver com seus próprios olhos.

Depois de alguns passos no meio do mato, Luke percebeu os primeiros sinais de movimentação. O mato estava amassado e havia manchas de sangue aqui e ali. Um exame mais detalhado revelou pegadas de um animal grande e pesado e mais à frente, uma grande mancha de sangue. O corpo do homem estava logo depois de um arbusto, completamente dilacerado. Marcas de garras e presas estavam por todos os lados, já com algumas formigas. O homem tinha entre trinta e quarenta anos e olhos vidrados num momento de puro terror. Como o xerife dissera, estava usando equipamentos de segurança: um colete balístico, botas de couro e roupas práticas. Havia um coldre na cintura com uma Glock 22 e nas mãos, um fuzil FAMAS.

Luke engoliu em seco. Ainda não tinha visto um cadáver naquelas condições, embora tivesse experiência em matar durante suas caçadas. No entanto, um ser humano era bem diferente de um peru selvagem ou um cervo. Contudo, os pensamentos foram interrompidos quando, de repente, o celular no bolso do homem começou a tocar.


Rolagens:
Luke: Percepção 2 + Sobrevivência 3 pra encontrar rastros: 3, 5, 9, 9, 10 = 3 sucessos.

OFF WARG:
Warg, seu personagem pode conversar com a Eve normalmente. Não coloquei nenhum acontecimento específico para ele, mas pode participar da cena sem problema algum. Caso você decida fazer outra coisa por aí, pode ser que descubra algo mais.
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Dracone em Ter Fev 24, 2015 6:55 pm

Olhei por um tempo para os dois em silêncio, ainda assimilando as informações que havia recebido. Nova família? Quantos mais iguais a mim haveria por ali? Não poderia voltar para casa? Tanto faz. Meus pais nunca deram tanta importância para o que eu tentei dizer a eles esse tempo todo e agora, nesse minuto, esses dois, em poucas palavras, decifraram um pouco de tudo o que eu havia sentido em meus sonhos.

- Existem quantos de nós aqui? E para onde vamos agora? - perguntei - Quero saber tudo sobre essa coisa de transformação no caminho pra sei lá onde. - sorri para o xerife e Bjorn, em seguida. Nome estranho esse. - Não tenho históricos disso na minha família. Por acaso devo ser adotada então? Eu sabia que não era filha daqueles dois. - torci o cabelo ainda molhado - Maldição, vamos sair daqui logo.
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Blodtørstige Warg em Ter Fev 24, 2015 8:43 pm

-- Bem, existiram mais de nós no passado, pelo o que me falaram, mas ainda existem mais de nós do que você imagina. -- Eu falava calmamente ao lado dela, e quando todos começaram a andar, eu me coloquei ele se colocou ao lado dela, andando no mesmo ritmo, mantendo a voz calma -- Tem suas vantagens, não é? A força que sentiu, a sensação de poder... mas tudo isso tem um propósito. Eu não sei o quanto você é ou está aberta, neste momento, mas nós não somos a única "fantasia real", por assim dizer. Você provavelmente ainda verá muitas coisas de que talvez não acreditasse antes, e certamente não vai gostar de nenhuma delas. Por exemplo: você acreditaria se eu disesse que odiamos vampiros e estamos em guerra contra eles?

Eu fiz uma pausa apaupando os meus bolsos, procurando um cigarro. Me lembrei que não tinha cigarros comigo, e fiquei triste, porque naquele momento eu queria muito um cigarro, mas então continuei.

-- Não sou muito bom em ser orador de tradições, mas farei o possível para fazer você se sentir menos perdida. Há vários tipos de nós, por assim dizer. Esses tipos são chamados de tribos. Cada tribo tem suas tradições, práticas e especialidades, digamos. Eu sou um Cria de Fenrir. Somos forjados no combate, e pelo combate existimos. Embora haja tribos diferentes, no fim somos todos irmãos, pois partilhamos do mesmo dom dado por Luna, nossa mãe, assim como nossos objetivos são iguais: destruir tudo o que não é natural, e salvar Gaia. É isso o que somos: guerreiros de Gaia. E tudo o que se opõe a ela é inimigo. Desde criaturas sobrenaturais até corporações dos homens. Chamamos o inimigo de Wyrm.

Fiz então mais uma pausa, como se puxasse da memória certas palavras dos meus irmãos que estão no meu país, esperando por mim, e então continuei.

-- A fase da Luna influencia em nossos dons e personalidades também, assim como a nossa "raça". Não, não digo etnia, mas digo raça humana, isto é, nós, ou lupina, aqueles que, literalmente, vivem entre os lobos, sem contato com a civilização que conhecemos. Eu sou um filho da Lua Cheia. Em nossa língua, isso significa que eu sou um Ahroun.

Sorri então para ela, esperando que eu não estivesse indo rápido demais.

-- Como eu disse, não sou bom orador, mas uma coisa posso te falar de valioso: alguns de nós podem ser corrompidos pela Wyrm, e se isso acontecer, eles se tornam nossos inimigos. Esses garou são chamados de Dançarinos da Espiral Negra. Bem... não se preocupe. Você agora não é nada frágil ou indefesa, e além disso, tem uma nova família, como eu disse. Uma família em quem pode confiar. Nós estaremos sempre juntos, aconteça o que acontecer. Venha, vamos ver o que Luke encontrou.

Me calei e fui até onde Luke estava, analisando o cadáver. Era exatamente como o xerife havia dito. Era uma espécie de mercenário. Estava bem armado e pela expressão facial e pelos danos no corpo, deu de cara com um de nós.

-- Ou foi um de nós, ou foi uma criatura parecida... Talvez um vampiro usando algum poder maldito específico?

OFF: Teste para tentar rastrear alguma pista a mais.

O celular então tocou no bolso do cadáver. Eu peguei o aparelho com cuidado e olhei para os outros.

-- Devo atender? Ou alguém prefere fazer isso no meu lugar? Luke?
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por monstroloko em Qui Mar 05, 2015 11:38 am

Luke olha para o cadáver e sente um gosto acido no fundo de sua garganta... apesar da sua raiva e ansiedade ele não podia ignorar o quão visceral era sua reação à cena.
Quando o telefone começa a tocar ele sabe que tem pouco tempo, até quem estar do outro lado suspeitar do que aconteceu.
Se lembrando de uma revista em quadrinhos que leu alguns meses antes (ironicamente um raro presente de seu avô), Luke pega o telefone e atende.

Falando baixo, para mascarar diferença de voz e dar credibilidade ele fala rapidamente -- Missão cumprida, porém estou ferido. Perna quebrada. Estou perto do lago e preciso de extração.

Luke olha pra Bjorn com cara de preocupado e cheio de expectativas... suas duvidas e medos evidentes.

#Acredito que seja uma rolagem de performance(0)+manipulação(1) para enganar no telefone... to ferrado.#


Última edição por monstroloko em Qui Mar 05, 2015 2:11 pm, editado 1 vez(es) (Razão : correções)




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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Akira Toriyama em Ter Mar 10, 2015 3:01 pm

Bjorn, vá com calma. — disse o xerife, com a mão no ombro do Ahroun. — Assim você vai enlouquecer a garota. Ela tem muita coisa para descobrir, e é melhor deixar que algum Galliard se encarregue de ajuda-la nisso. Vamos ver o que o Luke encontrou.

Os três caminharam até o lugar onde estava o Uktena. Bjorn correu os olhos pelo ambiente à sua volta, procurando por detalhes. Encontrou sinais de luta no mato bagunçado e em pequenas gotas de sangue seco que tingiam a terra e a grama de vermelho.

O celular começou a tocar e o Cria de Fenris passou-o para que o Galliard fizesse o trabalho de engana-lo. Luke pegou o aparelho e respirou fundo: não era muito bom em enganar e tecer mentiras que fossem convincentes. Porém, havia muita coisa em jogo. Apreensivo, o jovem atendeu.

Bob? — perguntou uma voz do outro lado da linha. — Onde você está, cara? A chefe está preocupada com você.

Missão cumprida, porém estou ferido. — respondeu o Galliard, tentando imitar a voz de alguém que tinha se ferido. — Perna quebrada. Preciso de extração.

Do outro lado, um segundo de silêncio. Luke pensou que tinha colocado tudo a perder.

Como assim, cara? — indagou o outro. — Era só uma garota de uns dezenove anos. Impossível que você tenha quebrado a perna com ela. O que aconteceu?

Nesse momento, Eve chegou ao local. Nunca tinha visto um cadáver naquelas condições, e o estômago revirou ao vê-lo. No entanto, o que lhe aconteceu foi outra coisa — um lampejo de memória da noite passada que ela não tinha conseguido se lembrar a princípio. Não sabia de onde vinha e como tinha acontecido, mas lembrava-se muito bem de que aquele homem a perseguira na noite passada, por um motivo que ainda não estava muito claro. Em algum momento, ele sacou uma arma e ela se encheu de raiva e medo. Embora não conseguisse se lembrar de nada além disso, a garota tinha uma certeza: ela era a responsável pelo cadáver que estava ali.

Rolagens:
Bjorn: Percepção 2 + Sobrevivência 2, dificuldade 6 para encontrar rastros: 2, 5, 7, 9 = 2 sucessos
Luke: Manipulação 1 + Performance 0, dificuldade 7 para fingir: 7 = 1 sucesso
Eve: Inteligência 2 + Enigmas 2, dificuldade 6 para lembrar: 1, 2, 6, 8 = 1 sucesso
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Blodtørstige Warg em Ter Mar 10, 2015 4:38 pm

"Era só uma garota de uns dezenove anos[...]"

Essas palavras ecoaram na minha mente por mais de uma vez. De repente um silêncio pairou sobre o grupo, e parecia que ninguém sabia o que falar ao ouvir isso. Ao julgar pelo armamento daquele sujeito e da forma com o que estava vestido, havia ali algo muito grave acontecendo. Talvez alguma agência secreta do governo tenha tomado conhecimento dos Garou através de Eve e agora queriam capturá-la para experimentos? Era uma possibilidade válida, afinal duvido muito que o pai dela fosse contratar mercenários com fuzis só para que ela voltasse para casa -- a menos que o pai dela fosse algum cientista insensível que trabalhasse para o governo, e visse na filha uma possibilidade de evolução na pesquisa bélica.

-- Parece que a coisa é mais grave do que imaginávamos -- dizia eu, olhando sério para Eve -- Moça, é claro para mim que te deixar sozinha nas atuais condições seria uma burrice. Vou andar grudado ao seu lado. Acho que todos concordam que isso é o melhor a se fazer, certo?
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por monstroloko em Sex Mar 13, 2015 11:48 pm

O cria-de-Fenrir fala mas Luke não ouve nada, a voz no telefone consome toda sua atenção. Ele sente profundo alivio dos mercenários estarem ali aparentemente atras da menina, e não da família dele. Ao mesmo tempo ele sabe que não pode perder a chance de saber mais sobre esses homens, visto que eles ainda podem estar envolvidos com o desaparecimento de seu avô.

-Ela correu pro meio do mato. Eu persegui e abati.- Falando mais baixo - acabei caindo perto do lago. Me arrume um jeito de sair daqui logo! Meu esconderijo não é bom.




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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Dracone em Sex Mar 20, 2015 1:19 pm

-- Tem suas vantagens, não é? A força que sentiu, a sensação de poder... mas tudo isso tem um propósito. Eu não sei o quanto você é ou está aberta, neste momento, mas nós não somos a única "fantasia real",  por assim dizer. Você provavelmente ainda verá muitas coisas de que talvez não acreditasse antes, e certamente não vai gostar de nenhuma delas. Por exemplo: você acreditaria se eu disesse que odiamos vampiros e estamos em guerra contra eles?

-- Realmente, isso é meio difícil de acreditar. Parece so historinha de terror. Mas depois do que aconteceu hoje,  não duvido de mais nada. -- então ele prosseguiu contando, conforme andávamos e eu ouvia atentamente, ja com outras perguntas se formando em mente.

-- A fase da Luna influencia em nossos dons e personalidades também, assim como a nossa "raça".  Não, não digo etnia, mas digo raça humana, isto é, nós, ou lupina, aqueles que, literalmente, vivem entre os lobos, sem contato com a civilização que conhecemos. Eu sou um filho da Lua Cheia. Em nossa língua, isso significa que eu sou um Ahroun. -- ele prosseguiu, e eu dei risada depois de uma pausa, era muita informação para um dia so.  Contou sobre seres como nos que se corrompem e eu criei mais algumas perguntas na mente, pronta para disparar novamente contra ele uma chuva de perguntas quando finalmente chegamos até onde Luke estava. Apesar de ter confessado não ser um bom orador, Bjorn havia me deixado ansiosa para conversar mais sobre aquilo tudo.

Mas agora estava diante de um cadáver e todas minhas atenções caíram sobre o corpo mutilado. E uma onda de sensações me causaram até mesmo vertigens. Não, não era simplesmente a cena horrível de alguém brutalmente assassinado que iria me tirar o chão, mas sim a certeza absoluta de ter feito aquilo com as própria mãos.

-- Foi um de nós, ou uma criatura parecida... Talvez algum vampiro com algum poder maldito específico?

Nesse momento, cutuquei Bjorn com o cotovelo, querendo contar o que havia feito. Mas no celular tocou e todas as expetativas caíram sobre ele. Luke atendeu e o rápido diálogo entre ele ei comparsa do defunto foi suficiente para instalar tensão em todos.

-- Parece que a coisa é mais grave do que imaginávamos. Moça, é claro para mim que te deixar sozinha nas atuais condições seria burrice. Vou andar grudado ao seu lado. Acho que todos concordam que isso é o melhor a fazer, certo?

Olhei um pouco apreensiva para o cadáver, depois para Bjorn. Medo de saber o porque estavam atrás de mim, mas aliviada de ter conseguido me defender.

-- Não nego a companhia, com exceção de ir ao banheiro e dormir, a não ser que ache realmente interessante. -- ri sem ânimo, tensa com a situação.
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Akira Toriyama em Ter Mar 24, 2015 2:23 pm

Eve e Bjorn


O Parente pareceu tomar uma postura mais séria ao ouvir o comentário que a garota fizera e dirigiu um olhar severo a Bjorn.

Não se empolgue, garoto. Você sabe quais são as leis. — disse, num tom de censura. O cliath percebeu naquela hora que se Parentes possuíssem um augúrio, o xerife seria um perfeito Philodox.

Edward olhou para Eve logo depois. Seu olhar agora exibia certa preocupação e curiosidade no lugar da rigidez de antes.

Eve, você se lembra de algo relacionado a este homem? — perguntou. — Precisamos saber de tudo que você se lembra. Pode nos ajudar em muito.
Luke


Ela correu pro meio do mato. Eu a persegui e abati, mas acabei caindo perto do lago. Me arrume logo um jeito de sair daqui! Meu esconderijo não é bom.

O Uktena continuou a fingir a voz do mercenário morto. Aparentemente, o homem do outro lado ainda estava acreditando em sua mentira, o que era uma ótima notícia. Isso serviria para conseguir mais informações.

Muito bem, cara. — disse a voz. — Estamos indo aí, não se mexa. Ainda não sei como você conseguiu essa proeza, mas desde que aquele velho fugiu, a chefe anda puta da vida com a gente e está louca pra dar um jeito nesses dois. Enquanto ela dorme, a gente fica se fodendo aqui. Não quero nem saber se isso vai dar em alguma coisa. Se a gente não achar nada, o turno da noite resolve, já que eles são cheios de querer mostrar serviço pra essa maluca. Aguenta só mais um pouco, cara.

O telefone desligou, pondo um fim à ligação. Luke, o único que ouvira aquela parte da conversa, estava estarrecido. Havia alguma coisa ali que ele não estava entendendo, mas a curiosidade era grande demais. Precisava descobrir mais coisas.

Nesse momento, o som de um carro atraiu a atenção de todos. Era um carro antigo e enferrujado, com o para-choque pendendo torto enquanto chacoalhava com o movimento do veículo. O som alto tocava alguma banda de power metal. Do carro, desceu um rapaz de uns vinte anos alto e magro, loiro e com os braços cobertos de tatuagens. Ele vestia preto e parecia estar de ressaca. Michael tinha chegado.

OFF:
Seguinte, pessoal: só o Luke ouviu aquela conversa com o mercenário do outro lado da linha. Se vocês vão descobrir isso ou não, vai depender dele.

Outra coisa: todos aí conhecem o Michael. Ele é um metaleiro que vive numa cidade minúscula cheia de caipiras, então deve chamar bastante atenção. Além disso, ele trabalha no correio da cidade.

Luke: conhece ele porque é um Garou e os dois se veem direto na seita.

Bjorn: o conhece desde que chegou em Greenfield.

Eve: tem o mesmo visual dele. Então, fica a encargo da Bruna decidir se eles se conhecem ou não.
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Blodtørstige Warg em Ter Mar 24, 2015 8:43 pm

— Não se empolgue, garoto. Você sabe quais são as leis. — disse, num tom de censura. O cliath percebeu naquela hora que se Parentes possuíssem um augúrio, o xerife seria um perfeito Philodox.

Eu fiquei surpreso com a censura. Sinceramente demorou alguns instantes para perceber o que o xerife queria dizer com "se empolgar" e "você conhece as leis", porque sinceramente eu não sabia o que tinha feito de errado. Quando finalmente percebi o que ele quis dizer, não fiquei furioso, apenas decepcionado.

-- Não acredito que isso passou pela sua cabeça... -- disse eu, balançando a cabeça negativamente, em um tom de decepção -- De qualquer forma Eve, se precisar de ajuda não hesite em me chamar.

Me retirei pra perto de Luke e fiquei olhando a cena toda. Ele atuou bem, mas mesmo assim via uma preocupação constante em seu olhar. Aguardei que ele terminasse, na esperança de que ele informasse a todos nós. Naquele exato momento um carro que eu conhecia bem se aproximou tocando uma música que eu também conhecia muito bem. Michael estava de volta, e parecia que tinha abusado da bebida de novo.

-- Bom te ver de novo, irmão. -- embora meu ânimo não fosse dos melhores devido a situação que estávamos passando, minhas palavras eram sinceras. Era bom ter Michael ali, conosco.

Sentei próximo a Luke, e fechei os olhos como se estivesse meditando, prestando atenção em tudo o que era dito.
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por monstroloko em Qua Mar 25, 2015 7:21 pm

Luke não ouvia nada da conversa entre os outros jovens e o xerife, sua atenção inteiramente presa pela conversa que estava tendo com a pessoa do outro lado da ligação. De repente ele se levanta de onde estava agachado, coloca o telefone do mercenário no bolso e se vira para os outros – Eu acho que consegui fingir que estava ferido e precisando de uma carona.- fica claro que mesmo ele tem duvidas de se acredita ou não em seu sucesso.

O jovem uktena sacode a cabeça tentando clarear a mente após se focar tao intensamente em uma única atividade. - O homem que ligou disse que vai mandar uma carona para cá rapidamente. Temos de nos esconder e capturar algum deles!!!- ele arregala os olhos e uma lagrima escorre por seu rosto – Ele disse que tentaram matar um velho mas ele escapou, deve ser meu avô!!!!- A voz dele se torna mais gutural e um rosnado se mistura com as palavras – Eles tentaram matar mau avô!-

Assim que percebe o perigo que um novo surto de fúria pode trazer nesse momento tao delicado o jovem começa a respirar profunda e lentamente. Ao mesmo tempo ele começa a  caminhar em direção ao corpo – Temos de esconder o corpo e os rastros, pelo menos um pouco. Depois nos escondemos, e esperamos.-

[OFF] caso ninguém se oponha ao plano eu gostaria de rolar:
#percepção 2+ sobrevivência 3 para esconder  corpo. Nada perfeito, apenas pra não ser visto de longe e denunciar minha mentira.
Acredito que mesma rolagem pra me esconder e talvez dar bonus de furtividade quando eles finalmente chegarem aqui??




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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Dracone em Sab Maio 30, 2015 12:22 am

— Eve, você se lembra de algo relacionado a este homem? — xerife  perguntou. — Precisamos saber de tudo que você se lembra. Pode nos ajudar em muito.

Forcei a memória. Aquilo era complicado. Como tentar lembrar de um sonho ruim, amontoado de imagens bordadas e confusas, embora a certeza de ter feito aquilo com o homem.

# teste de inteligência

Logo um carro chegou ao local. Fui para perto do xerife, instintivamente, ainda preocupada com qualquer movimentação por ali. Era Michael, o cara do correio. Não que eu o conhecesse muito bem. Só servido algumas bebidas no Outpost, ouvido comentários, uns flertes inocentes. Afinal, não é todo dia que se encontra alguém do tipo dele nesse fim de mundo.  Sorri gentil e acenei minimamente com a mão como cumprimento, ainda metida naquele casaco enorme e quentinho. Tinha um cheiro agradável também, de alguma fragrância masculina que eu gostava.

Michael parecia de ressaca. Me lembrei da época em que me embriagava e sofria com a ressaca quase todo dia, e quase deixei uma careta escapar para Michael.

De qualquer forma, a presença de alguém conhecido ali era bom na situação em que nos encontrávamos. Precisávamos agir.
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Akira Toriyama em Seg Jun 01, 2015 11:21 pm

Edward assentiu enquanto falava com Luke, prestando atenção no que o jovem Uktena falava.

Muito bem, Luke. — elogiou, esfregando as mãos. — Se vamos esconder o corpo e armar uma emboscada, precisamos fazer isso rápido. Bjorn, se quiser ajuda-lo, vai ser muito bom.

O Cria acatou a ordem e ajudou o Galliard a arrastar o corpo para outro lugar e escondê-lo entre alguns arbustos mais densos. O rastro de sangue foi coberto, e embora o trabalho não tenha ficado perfeito, era melhor do que nada. Ao menos teriam o efeito surpresa quando o mercenário chegasse. Enquanto os dois se ocupavam com isso, o xerife e seu irmão mais novo se voltaram para Eve.

Você se lembra de algo? Qualquer coisa. — perguntou.

A garota podia sentir a tensão no ar, e isso não ajudava muito em sua tarefa de lembrar-se do que tinha acontecido. Ela fechou os olhos e procurou pelas memórias escondidas no fundo de sua mente. Ficou quieta por algum tempo, apenas ouvindo o som do vento e dos dois rapazes que escondiam o corpo.

Eve lembrou-se de que na noite passada, ela tinha saído do Outpost um pouco mais tarde por causa da bebedeira de alguns clientes particularmente desastrados que tinha resultado em alguns copos de cerveja quebrados pelo salão do bar. Carl se oferecera para leva-la para casa, mas ela se recusara. Saiu pela porta da frente, jogando a bolsa por cima do ombro e olhando para os lados, procurando pelo caminho. Greenfield não tinha fama de ser perigosa, mas ela era uma garota da cidade. Estava acostumada a sempre olhar para os cantos escuros à procura de algum assaltante.

Caminhou por alguns segundos, e então virou numa esquina que ficava próxima à sua casa. Foi quando deu de cara com uma mulher que mordia um homem que ela não conseguia reconhecer. Pensou em muitas coisas, mas o medo a deixou paralisada. Tentou correr, mas os olhos da mulher se cravaram nela. Ela apontou para Eve e gritou alguma coisa. Então um homem saiu das sombras segurando uma arma e vindo na sua direção. A memória era nublada depois disso.

Quando abriu os olhos, o xerife e Michael a encaravam. Pela primeira vez, Eve se deu conta de que os dois se pareciam bastante.

Rolagens:
Luke: Percepção 2 + Sobrevivência 3 + 2 bônus de ajuda de Bjorn para esconder o cadáver: 2, 3, 3, 4, 4, 9, 10 = 2 sucessos.
Eve: Inteligência 2 + Enigmas 2 para lembrar-se da noite passada: 2, 2, 3, 7 = 1 sucesso.
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Blodtørstige Warg em Ter Jun 02, 2015 3:44 am

Luke eu trabalhamos para ocultar o corpo e os rastros de sangue. Luke havia feito um bom trabalho enganando o mercenário, e agora iríamos emboscá-lo quando ele aparecesse. O xerife e Michael interrogavam Eve, que dizia coisas de olhos fechados. Aparentemente ela narrava os fatos da noite passada. Quando ela havia terminado de falar eu me encontrava procurando um maço de cigarros nos meus bolsos, e obviamente não encontrei. Talvez a minha ansiedade estivesse voltando, e ela piorou quando eu percebi que Eve havia dito algo sobre uma mulher mordendo um homem.

-- Blargh. Malditos vampiros... -- disse dando uma cuspida no chão, enquanto continuava a procurar os cigarros enquanto refletia o que Eve havia dito.

Olhei de canto de olho para ela. Evitei olhar muito, porque o xerife tinha levado na maldade os meus últimos comentários, mas percebi que ela encarava ele e Michael meio atônica, então resolvi cortar o gelo e a tensão me pronunciando.

-- Bem, até aqui tudo certo. Se vamos emboscar o cara, então é melhor nos escondermos. E se a coisa engrossar, deixem comigo, ok?
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Dracone em Seg Jun 08, 2015 11:52 pm

Fechei os olhos e as memórias da noite passada vieram aos poucos em minha mente.

- Eu saí um pouco tarde do Outpost noite passada. Rejeitei a carona de Carl e fui a pé mesmo. - respirei fundo. - No caminho, encontrei uma mulher. Quer dizer, não sei se era mesmo humana. Ela estava mordendo um homem. Não sei quem... Ela olhou diretamente para mim e chamar algo. Foi então que alguém armado veio pra cima de mim. - falei, apontando com os olhos o lugar onde escondiam o cadáver. Esperei alguma resposta do xerife, depois do relato. - Não consigo me lembrar do que aconteceu depois.

- Blargh. Malditos vampiros... - ouvi Bjorn.
- Vampiros? - questionei, olhando atônita para Bjorn e depois para o xerife. - Isso é algo comum?
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por monstroloko em Seg Jun 22, 2015 12:27 pm

Luke ouve eve falar sobre um homem sendo mordido e já se prepara para lançar umas 20 perguntas de uma vez, mas se controla e se lembra que um grupo de mercenarios devem estar vindo recolher o seu companheiro "ferido". Essa não é hora de distrações, é hora de caçar.

"Bjorn está certo, devemos nos esconder agora." o jovem uktena fala e ja começa a ir em direção ao mato.

#Teste de camuflagem#




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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Akira Toriyama em Sex Jun 26, 2015 11:23 pm

Rolagem:
Luke: Percepção 2 + Sobrevivência 3, dificuldade 6 para encontrar abrigo = 4,5,10,7: 2 sucessos.

Bjorn e Luke

Luke ajudou o grupo a se esconder no meio do mato. Bjorn e o xerife se esconderam num arbusto particularmente alto, enquanto o Uktena vigiava na direção onde imaginava que os mercenários chegariam. A situação era tensa, e o calor do Sol começava a incomodar. No entanto, seu conhecimento sobre territórios selvagens e o costume de andar por lugares assim o ajudou a orientar o grupo todo a ficar escondido.
Eve

Quando os rapazes se afastaram para o meio do mato, Michael a chamou para um canto.

Você vai precisar entrar na Umbra agora. — disse ele. — Ainda não tem condições de entrar em um combate como os outros e eu preciso descobrir mais coisas sobre você.

Os dois se afastaram até perto do lago. Ali, Michael parou perto da água e pediu que ela se abaixasse. A garota olhou para seu reflexo e esperou alguns segundos. Logo, a sensação de estar mergulhando em água gelada a invadiu, e ela foi parar num lugar diferente, que parecia mais vivo. O capim balançava conforme o vento soprava, e Eve teve a impressão de que ouvia o mato cantar.

Isso aqui é a Umbra. — falou o rapaz. — É como a dimensão espiritual do mundo. Aqui, você vai ver todos os espíritos. Espíritos de árvores, de animais, de pedras. E o próprio lago.

Ela olhou em volta, fascinada com tudo. Havia uma imensa sensação de familiaridade com aquele lugar. Seus olhos pararam na árvore mais próxima, onde um grande corvo estava sentado, olhando para ela. Os olhos do pássaro pareciam irradiar eletricidade.

Bjorn e Luke

Os três ficaram quietos e parados. Logo, o som de uma caminhonete se fez ouvir a alguns metros deles. Luke percebeu, do meio do arbusto, que eram os mercenários chegando. Estavam armados, e prontos para o combate.
OFF:
A iniciativa é automaticamente de vocês. Luke, como o plano é seu, você age primeiro. Os dois têm um turno pra decidir o que vão fazer. Caso contrário, os mercenários vão começar a procurar.
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por monstroloko em Seg Jun 29, 2015 2:17 pm

Luke sinaliza para Bjorn colocando um dedo na frente dos labios, como que pedindo silencio.
O jovem uktena espera o carro parar e observa.
Ele tenta contar quantos mercenários vieram.
Ele observa o motorista, para atacar apenas quando ninguém estiver no volante. A ideia é evitar que alguem escape.

Se o motorista ficar grudado no volante o tempo todo, então Luke vai esperar para atacar quando os outros se distanciarem um pouco e vai começar pelo motorista. Se o motorista sair do carro ele começa por quem tiver a maior arma ou for aparentemente mais forte. Ele vai se transformar em crinos logo antes do ataque e vai atacar de mão fechada[sem garras, dano contusivo]



#teste de percepção+prontidão pra contar mercenários#
#teste de vigor+instinto primitivo pra transformar#

usar 1 pto de fúria pra correr e atacar no mesmo turno.
#destreza+briga pra atacar?#
Esse primeiro ataque será um soco na cabeça, visando desmaiar o alvo.




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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Blodtørstige Warg em Ter Jun 30, 2015 12:31 am

Por questões pessoais, era justo deixar Luke tomar a iniciativa naquilo, embora eu obviamente estivesse atento, pronto para entrar em ação assim que ele iniciasse o combate. O vejo fazer um sinal de silêncio e confirmo com a cabeça, mantendo silencioso, de prontidão. Por ora, apenas observava de uma forma que eu não pudesse ser visto por ninguém.

Não estava preocupado com Eve, pois sabia que Michael estava com ela e que ele não deixaria nada de ruim acontecer com ela. Pode parecer um orgulho besta, mas é apenas uma sensação natural de confiança que os irmãos da minha tribo partilham uns com os outros. Na verdade eu não estava preocupado com nada, estava apenas ansioso. A euforia e a adrenalina tomavam conta do meu corpo, como se uma voz na minha cabeça gritasse constantemente "É hora da batalha, guerreiro! Prepare-se!".

Olhei uma última vez para Luke. Ele estava com os olhos colados na estrada, observando e aguardando. Deveria estar tão impaciente quanto eu, e assim que eu ouvi o motor da caminhonete roncando e depois cessando, entendi perfeitamente como Luke se sentia, pois me sentia da mesma forma. Meu coração acelerou como nunca havia feito antes. Só é chato saber que eu vou ter que me segurar um pouco, afinal precisamos extrair informações, e homens mortos não contam estórias...

OFF: teste de vigor+instinto primitivo para me transformar (crinus). Assim que a encrenca começar, ataco o mais próximo de mim, partindo já para o outro (1 ponto de fúria para correr e atacar também), seguindo a tática do Luke de nocautear e não matar, evitando causar danos perigosos que podem levar os mercenários a morte.

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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Akira Toriyama em Qui Out 01, 2015 6:04 pm

Rolagens:
Luke: Percepção + Prontidão, dif 6: 4, 5, 6, 8 = 2 sucessos

Luke: Vigor + Instinto Primitivo, dif 6: 4, 4, 9 = 1 sucesso

Luke: Destreza + Briga, dif 6 = 3, 6, 6, 7, 7, 9, 10 = 6 sucessos

Dano: 6 + 3 - 2 = 7
---------

Bjorn: Vigor + Instinto Primitivo, dif 6 = 1, 4, 4, 6, 6, 9 = 3 sucessos

Bjorn: Destreza + Briga, dif 6 = 2, 3, 5, 6, 6, 7, 9, 10 = 5 sucessos

Bjorn: Destreza + Briga, dif 6 = 1, 2, 3, 5, 5, 6, 8, 10 = 2 sucessos

Dano: 2 + 4 - 2 = 4

Dano: 5 + 4 - 2 = 7
---------

Mercenários

Força de Vontade, dif 8 = 3, 4, 6, 6, 8, 9, 10, 10 = 3 sucessos

Destreza + Fuzil, dif 7 = 6, 6, 8, 8, 9, 10 = 6 sucessos

Dano: 6 + 3 x 2 - 7 = 11
--------

Luke: Fúria 3/4
[] [] [] [] [] [] []

Bjorn: Fúria 4/5
[X] [X] [X] [/] [] [] []

Ferido gravemente, -2 nas rolagens


Luke respirou fundo enquanto observava os mercenários descendo de uma caminhonete negra e sem nenhuma identificação. Eram homens vestindo roupas práticas bastante semelhante ao uniforme que o homem que Eve abatera vestia. Eles desceram do carro e caminharam por alguns segundos, trocando sinais e olhando em todos os cantos enquanto chamavam pelo colega perdido. Fora o motorista, havia mais seis homens, todos bem armados e bem treinados.

Um sinal foi o suficiente para que os dois jovens soubessem a hora de atacar. Luke foi primeiro, saltando sobre um dos homens que estava mais próximo dele. No percurso, transformou-se num monstro de pelos e músculos capaz de cortar um ser humano ao meio. O mercenário foi ao chão, ficando inconsciente, sem chance de revidar.

Enquanto isso, Bjorn saltou sobre outro mercenário, mudando de forma e acertando um golpe em seu ombro com suas garras. O mercenário foi ao chão com um grito, enquanto o osso de seu ombro aparecia por fora da carne. Levando-se pela fúria, o Cria golpeou com as costas da mão em outro mercenário, que foi jogado a uns cinco metros dali. Nesse momento, os tiros soaram. Tomados pela surpresa e pela visão de dois garou na forma de batalha, os mercenários quase sucumbiram ao pânico. Contudo, eram homens treinados para terem a mente focada em seus objetivos, e por isso conseguiram se manter firmes e apertarem o gatilho contra Bjorn, que tinha chamado mais atenção. O Ahroun sentiu a dor dos tiros penetrando sua carne, ao mesmo tempo em que se regenerava. A luta ainda não acabara.

OFF:
Bem, pessoal, o cenário está mais ou menos assim:

Dos sete mercenários, dois estão temporariamente fora de combate. Um deles foi jogado pra longe pelo Bjorn e o outro foi deixado inconsciente pelo Luke.

Um dos mercenários está gravemente ferido no ombro, fruto do golpe bem sucedido do Bjorn.

Dos outros quatro, dois ajudaram o ferido a sentar o gatilho no Bjorn e dois estão fora do alcance dos personagens. Eles podem entrar na luta a qualquer momento, e chegar neles vai ser uma ação completa.


Última edição por Akira Toriyama em Sex Out 02, 2015 3:33 am, editado 1 vez(es)
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Blodtørstige Warg em Sex Out 02, 2015 2:51 am

Bjorn na forma Crinus:



Minha mente trabalhou rápido enquanto eu urrava de dor e ódio. Haviam mais homens do que nós estávamos esperando. Tínhamos dois mercenários desacordados, o que já era o suficiente para interrogar. Felizmente não vou precisar me conter tanto assim, no final das contas. Minha preocupação agora é não permitir que nenhum deles escape para contar a alguém o que viram aqui.

Como se não tivesse nada de errado comigo, urro da forma mais ameaçadora possível, na intenção de intimidar e atrapalhar o ataque dos mercenários. e com as garras expostas e prontas para esquartejar, parto para cima dos meus agressores, sem me preocupar se vou matá-los ou não -- afinal, já temos dois desacordados para interrogar.

Gasto 1 ponto de força de vontade para usar o dom da minha tribo, Resistência a dor.


Última edição por Blodtørstige Warg em Qua Out 07, 2015 7:50 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por monstroloko em Qua Out 07, 2015 3:28 pm

Luke se transforma com alguma dificuldade, essa historia de lobisomem ainda é novidade para o garoto. Porém logo ele é um monstro que espreita sua caça com sentidos, sagacidade e inteligencia.

O ataque começa bem, Luke deixa um alvo inconsciente e Bjorn segue a deixa e faz o mesmo. O cria, de bônus, ainda golpeia um inimigo adicional. Mas logo a seguir os mercenários que ainda estão de pé começam a revidar. Chega a hora de se tornar uma fera.

Com sua fúria queimando dentro de sua alma, Luke se atira no meio dos mercenários mais próximos e tentar morder a cabeça de um enquanto enfia as garras no peito do outro.

#Gastar mais 1 de fúria, realizar dois ataques (1 mordida e 1 garras)#




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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por Akira Toriyama em Qua Out 07, 2015 4:36 pm

Rolagens:

Luke: Destreza + Briga, dif 7: 1, 4, 4, 5, 5, 8, 8 = 1 sucesso
Luke: Destreza + Briga, dif 8: 1, 2, 3, 5, 7, 8, 10 = 1 sucesso
--
Mercenários:
Destreza + Fuzil, dif 7: 2, 4, 5, 5, 6, 7 = 1 sucesso

Todos os Garou nasciam com a habilidade de se regenerar de quaisquer ferimentos. No entanto, curar-se naturalmente de ferimentos que matariam qualquer humano não significa que eram imunes à dor. Bjorn entendeu muito bem isso quando foi crivado de balas vindas dos fuzis que os homens portavam. Urrando de ódio e dor, o Cria concentrou-se por alguns segundos, invocando o dom que aprendera logo depois de sua Mudança. Logo, a dor ficou quase nula e ele podia agir como se nada tivesse acontecido. Ele estava pronto para a próxima saraivada de balas.

Enquanto isso, Luke saltava em direção a mais dois mercenários. Havia três relativamente próximos, amparando o ferido que sangrava em profusão pelo ombro, com um pedaço branco de osso exposto. Ele gritava de dor e segurava com força o ferimento, enquanto os companheiros o arrastavam para longe, apontando as armas para os oponentes. O Uktena avançou, tencionando usar suas garras em um e abocanhar a cabeça do outro, mas os homens conseguiram se esquivar e atirar. No entanto, a proximidade com o alvo e a rapidez com que tudo acontecera também os atrapalhou: os tiros soaram, mas passaram longe. A luta ainda estava travada, e os tiros poderiam começar a atrair a atenção da população local. Eles precisavam fazer alguma coisa se quisessem preservar o Véu.

Nesse momento, mais tiros começaram a ecoar. Os dois mercenários que estavam na caminhonete começaram a atirar, dando cobertura aos parceiros. Os tiros não ameaçavam os jovens Garou, mas certamente atrapalhavam a luta, tornando seu campo de atuação mais limitado e acuando-os para que os outros pudessem bater em retirada. Eles lutavam quase como uma matilha unida.

Status dos personagens:

Luke: [] [] [] [] [] [] []
Força de Vontade: 6/6, Gnose: 1/1, Fúria: 2/4

Bjorn: [X] [X] [X] [] [] [] []
Força de Vontade: 2/3, Gnose: 1/1, Fúria: 4/5
Especial: Ignora penalidade por ferimento até o fim da luta.
--
Mercenários
2 Inconscientes, fora de combate
1 Aleijado, fora de combate
2 em atividade, carregando o companheiro ferido
2 em atividade, dando cobertura aos demais. Fora do alcance dos personagens.

OFF:
Pessoal, a situação é essa. Os personagens têm desvantagem numérica e estão sob fogo cerrado do inimigo. Pra equilibrar a luta, assumi que nesse turno, o Bjorn só vai usar o dom. Isso dá o clima de inexperiência e desvantagem perfeitos para o momento. Além disso, os mercenários agora estão sob cobertura dos companheiros no carro. Isso significa que eles têm um bônus de +2 na Defesa Ativa no próximo turno. Quem quiser atacar vai ter se arriscar a tomar tiro.

No mais, só digo uma coisa: Ivan, dá uma olhada nos posts passados. Seu personagem pode lembrar de alguma coisa que os ajude nessa situação. Não acho que um teste seja necessário, mas se você se lembrar, pode ter resultados positivos no jogo.
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Re: Sweet Home Alabama

Mensagem por monstroloko em Qua Out 07, 2015 5:15 pm

A mente de Luke vira um turbilhão de agressividade e violência. Ele se lança sobre suas presas esperando estraçalha-las facilmente, o gosto de seu sangue já em sua boca... e os malditos se esquivam de seus ataques. Nesse momento o jovem transborda de frustração, sabendo que o único alvo que atingiu não está morto e que esses homens querem escapar de sua vingança.

Usando todo o tamanho descomunal de seu novo corpo Luke continua o ataque aproveitando a proximidade com seus inimigos para enfiar uma mão com toda força no estomago do mercenário ileso mais próximo.

#ataque de garras, gasto de 1 FdV para ter 1 sucesso automático.#




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