A SINDROME DO PROIBIDO

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A SINDROME DO PROIBIDO

Mensagem por Crowley em Qui Dez 09, 2010 7:10 pm

Um texto da Extinta Underground Heaven( extinta para VTM)....que eu achei interessante e dá uns toques...
Isso pode ajudar muita gente... assim como eu kkk



A SINDROME DO PROIBIDO

Narrador: Bem, hoje vamos iniciar nossa nova campanha de Vampiro, que nem combinamos... vocês já criaram os
personagens?
Jogador: Claro... eu fiz um Verdadeiro Brujah da Mão Negra...
Narrador: Como é que é??? Mas é uma campanha da Camarilla!!!
Jogador: Sou um espião infiltrado!
Narrador: Não, nada disso. Pra campanha preciso que vocês sejam vampiros da Camarilla!
Jogador: O quê??? Que cara arbitrário! Tá bom. Vou criar um Lasombra antitribu...
Narrador: Um Lasombra antitribu??? Mas eles são raros! Você não pode jogar com um deles!
Jogador: É claro que posso! Tá no Guia da Camarilla, ó!
Narrador: Ai, saco... tá bom...
Jogador: É isso aí! Agora vou poder ter Tenebrosidade! Yes!!!
Narrador: ...

Narradores e jogadores, há uma doença muito grave na comunidade RPGística! Chamada por este autor que vos fala de “Síndrome do Proibido,” esta terrível doença está fazendo surgir por aí dezenas de personagens estranhos e completamente deslocados!
A Síndrome do Proibido ocorre quando os jogadores, ou mesmo o Narrador, começam a se fascinar demais por aqueles Clãs, Tribos, grupos ou Conceitos estranhos que surgem nos livros. Essa fascinação é seguida imediatamente pelo desejo incontrolável de jogar com uma dessas criaturas.
Vocês já notaram a incrível fascinação que alguns possuem por aquele tipo de personagem que o Livro chama de “raro,” “extinto” ou “não apropriado para jogadores”? Por que certas pessoas insistem em jogar com esse tipo de personagem?
A Síndrome do Proibido vem a explicar quando é que o uso de um desses personagens torna-se inconveniente e como impedir que esse tipo de ser atrapalhe a crônica e as opções tanto de jogadores como do Narrador.
Existem três variações da Síndrome do Proibido. Todas as três são bem comuns.


SÍNDROME 1: O ESTRANHO
Posso jogar com um Nefandi?

Sintomas: Essa Sindrome pode ser notada pelo desejo de jogador em usar um personagem que não se encaixa bem na história. Ele quer jogar com um Assamita antitribu enquanto os outros são vampiros da Camarilla, ou pega logo um Kiasyd mesmo... Outros exemplos incluem o cara querer ser Mokolé, Rokea ou Nagah numa matilha de Garou, querer ser mago numa campanha de vampiros ou ser um Caçador no meio de um monte de seres sobrenaturais...
Um sintoma também comum desta Síndrome é a vontade de usar personagens que normalmente são proibidos para jogadores. Ele quer ser Nefandi, Desaurido, Baali, Dançarino da Espiral Negra, Espectro, Fomori ou seja lá o que for.
Normalmente, o jogador irá se justificar quanto às suas escolhas apoiando-se nos livros e dizendo: “o livro X diz que posso criar um personagem Nefandi, então eu quero jogar com um.” Além disso, um jogador com esta Síndrome jamais pensa na coerência de seu personagem com o resto do grupo.
E daí que os Garou não sabem que os Nagah existem? Ele quer ser o Nagah mesmo assim!

Causas: Na grande maioria das vezes, essa Síndrome é causada pelo desejo de se criar um personagem diferente. O jogador vê o quanto um Verdadeiro Brujah é legal e quer porque quer ser um!
Raras vezes, essa Síndrome é causada porque o jogador não gosta do tipo de personagem que teria de assumir, e acaba escolhendo um outro que se encaixe melhor em seus gostos. Se ele não gosta de vampiros, insiste porque insiste em ser um mago na crônica!
Uma terceira causa para esta Síndrome se confunde com o segundo tipo de Síndrome do Proibido (veja adiante). Neste caso, o jogador está escolhendo um personagem diferente porque o acha mais fodão. Ele vê que o Mokolé é mais poderoso que os Garou e quer ser o Mokolé da matilha, ou então acha que a Disciplina dos Kiasyd é muito mais “legal” que as Disciplinas mais comuns, e quer ser Kiasyd por causa disso.

Complicações: A Síndrome do Estranho pode se complicar quando o jogador pega um personagem aparentemente normal, e então começa a fugir ao seu conceito. Nesse caso, ele não pega um Kiasyd, mas sim dá a Disciplina Mytherceria ao seu Ventrue! Ou então ele é um Andarilho do Asfalto, mas de alguma forma possui Dons de Dançarino da Espiral Negra...
Uma outra complicação, ainda mais séria, é a ameaça que o personagem significa para o grupo de jogo. É preciso um motivo muito bom para um Baali, Dançarino da Espiral Negra ou Nefandi estar num grupo de vampiros, lobisomens ou magos mais comuns... essas diferenças entre os personagens mais “comuns” e os mais “excêntricos” pode gerar tensões no jogo.

Tratamento: A Síndrome do Estranho deve ser tratada energicamente pelo Narrador. Se ele acha que certo personagem não se encaixa na crônica, tem todo o direito de proibi-lo. Mais do que apenas proibir, porém, o Narrador deve acompanhar o jogador e ajuda-lo a criar um personagem mais coerente.
Vamos encarar a verdade: 99% dos personagens estranhos possuem Conceitos que poderiam se manter intactos num personagem mais convencional. Você não precisa ser um Baali para ser um personagem único, afinal de contas! Estudando os desejos do jogador e ajudando-o a criar seu personagem, o Narrador pode conseguir faze-lo gostar de um personagem mais comum, mas que ainda assim mantém seus traços únicos.

Atenção Especial: O Narrador deve ter cuidado e notar bem que não há nada de errado em ser um Kiasyd, Irmão de Sangue, Gárgula ou Lasombra antitribu, desde que a escolha destas linhagens faça sentido e não cause problemas para a crônica.
A Síndrome do Estranho ocorre apenas quando o jogador escolhe um personagem estranho simplesmente por seus poderes ou vantagens especiais. Se sua crônica é Camarilla, e você não vê problemas em um jogador representar um Gárgula, tudo bem, ele PODE representar o Gárgula. O problema ocorre é se a escolha do jogador pode prejudicar a crônica.

SÍNDROME 2: O PODEROSO
Posso jogar com uma Abominação?

Sintomas: Esta Síndrome é mais comum em jogadores iniciantes, mas pode se manifestar em qualquer jogador. Ela é facilmente notada quando o jogador começa a querer jogar sempre com personagens mais fortes do que o normalmente permitido.
Um exemplo clássico desta Síndrome é o a da Abominação, o temível lobisomem-vampiro, com poderes de ambas as raças... mas existem outros, menos óbvios.
O grande problema desta Síndrome é o fato de que o jogador está mais interessado nos poderes especiais que seu personagem terá do que na condição do personagem... Sua Abominação poderia muito bem ser um lobisomem ou um vampiro normal, sem qualquer perda na personalidade, mas o jogador não quer saber disso: ele quer é todo o potencial de Disciplinas e Dons...
Aliás, isso nos leva a mais um sintoma comum desta Síndrome: Crossovers. Muitos contaminados usam regras de outros livros e sistemas para complementar seus personagens.
Seu personagem bebe sangue de vampiro para virar Carniçal, ou aprende feitiçaria para ganhar poderes diferentes... Tudo isso sem nenhuma explicação de COMO o personagem sabia destas vantagens especiais em primeiro lugar...

Causas: A causa mais freqüente desta Síndrome é competição. O jogador está competindo com os demais para ter o personagem mais forte, mais inteligente e mais capaz do grupo. Essa competição nem sempre é proposital: muitas vezes tudo o que se deseja é ter um papel mais ativo e mais chamativo na história.
Às vezes essa competição não é entre o jogador e seus companheiros, mas sim entre jogador e Narrador. O jogador quer criar personagens capazes de enfrentar em termos iguais os mais poderosos NPCs da Crônica...
Uma outra possível causa desta Síndrome é o medo de se perder o personagem. Neste caso, o personagem é criado como outro qualquer, mas com o tempo o jogador começa a “vitamina-lo” comprando todos os poderes que pode (e mesmo alguns que não pode) para poder aumentar as chances dele sobreviver.
Os casos mais graves da Síndrome do Poderoso, porém,ocorrem porque o jogador simplesmente quer ser poderoso Ele não está competindo nem está querendo tornar o personagem mais “durável,” na verdade apenas acha que o personagem só é divertido se tiver toneladas de poderes diferentes.

Complicações: As complicações desta Síndrome podem ser bem sérias. Em primeiro lugar, quando um personagem é muito mais forte que os demais, ele costuma roubar toda a diversão para si mesmo, pois é capaz de fazer tudo sozinho e muito melhor que os outros personagens.
Nisso, cria-se problemas para que o grupo de divirta, visto que o jogador contaminado pela Síndrome faz tudo sozinho.
Por outro lado, a coisa se agrava quando há mais de um jogador com Síndrome. Os jogadores começam a não só competir entre si para ver quem é o melhor, como torna-se um verdadeiro martírio para o Narrador criar desafios para o grupo. Que tipo de desafio seria grande o bastante para um grupo de Matusaléns? As histórias acabam se tornando uma sucessão de inimigos, um mais poderoso que o outro, e as opções para adversários vão ficando cada vez mais restritas.
Uma crônica assim acaba tornando-se cansativa.

Tratamento: O melhor tratamento é a informação. O Narrador precisa acompanhar os personagens dos jogadores e ajuda-los a desenvolve-los. Ele deve forçar o jogador a representar não só as qualidades como defeitos de ser tão poderoso, e tem o direito de proibir qualquer personagem que seja poderoso demais (mas não é aconselhável proibir um personagem que começou fraco e tornou-se poderoso com o tempo: nesse caso, o melhor é o Narrador contrapôr suas vantagens com desvantagens no decorrer da crônica). O melhor a se fazer é conscientizar o jogador, mostrando-lhe que poder não é tudo e que ele não está competindo com ninguém. O melhor é fazê-lo aprender a jogar em equipe, desenvolvendo seu personagem mas tendo em mente os personagens de outros jogadores. Por fim, não permita combos: se você acha que o jogador está abusando das regras para criar personagens poderosos que podem estragar a crônica, você pode proibi-lo.
Afinal, a diversao de todos é mais importante que o prazer de um só.

Atenção Especial: Mais uma vez, é preciso ter cuidado para não confundir uma Síndrome com um uso mais equilibrado de um personagem poderoso, principalmente no caso de crossovers. Não há nada errado com um Crossover ocasional (digamos, um mago num grupo de Garou, por exemplo), o problema é quando o jogador insiste em fazer toda aventura um Crossover para incluir seu personagem mais “fodão.”
Além disso, mesmo os mais poderosos personagens podem ser interessantes se bem representados. A Síndrome só se manifesta quando o jogador parece mais interessado no poder do que no personagem.


SÍNDROME 3: O EXTINTO
Posso jogar com um Bunyip?

Sintomas: Essa é a mais rara das Síndromes, e é mais comum entre Narradores, mas mesmo assim alguns jogadores podem ser contaminados. A Síndrome do Extinto pode ser facilmente notada pois tem um único sintoma: o jogador quer jogar com um daqueles Clãs/Tribos/Tradições ou seja lá o que for que estão extintos.
Ou seja, parece que Capadócios, Croatan, Uivadores Brancos, Solificati e outros fascinam o jogador. Isso é particularmente comum o fascínio pela Tribo de lobisomens Uivadores Brancos.

Causas: As causas da Síndrome do Extinto mais comuns são duas, que lembram as causas das outras duas Síndromes.
A primeira é o desejo de criar um personagem diferente. Alguns jogadores ou Narradores querem criar um personagem “único” (e esquecem-se que TODOS os personagens são únicos) e para isso querem usar esses grupos extintos.
A segunda causa é um pouco mais preocupante, e novamente nos leva à questão de “poder.” Alguns jogadores pensam, por algum motivo, que esses grupos extintos eram mais poderosos ou melhores que os que existem... Muitos esquecem-se que uma Tribo perdida foi uma Tribo como todas as outras, e acham que seus Dons e Rituais eram mais poderosos que os de qualquer outra tribo...

Complicações: Não há grandes complicações em termos de personagens e do grupo, mas a presença de um personagem que sequer devia existir pode ser estranha. Em primeiro lugar, a grande importância desses grupos é que eles estão extintos. Se tivessem sobrevivido, eles não teriam qualquer motivo para serem lembrados de forma especial.
Às vezes, trazer um personagem de um grupo que deveria estar extinto pode acabar com todo o misticismo envolvendo-o.

Tratamento: Bem, essa Síndrome não é realmente tão séria quanto as outras duas. Se o Narrador não vir problema em usarem personagens Croatan, Bunyip ou seja lá o que for, então você pode fazê-lo.
Por outro lado, se o Narrador não quiser permitir isso, então ele tem todo o direito de impedir a escolha dos jogadores. Na verdade, a grande maioria dos conceitos que serviriam para um desses personagens extintos também pode ser aplicado a personagens permitidos normalmente. Então, o melhor é Narrador e jogador entrarem em um acordo para a construção do personagem.

Atenção Especial: Por outro lado, se o Narrador resolve que pode-se jogar com alguém extinto, então isto deixa de ser Síndrome. Afinal, o jogo é dele, e se ele não vê nada de mal nisso, então tudo bem.
A Síndrome do Extinto só causa problemas quando o jogador insiste algo que vai contra o cenário do Mundo das Trevas. Se o Narrador mudou o cenário da maneira como achou melhor, então não há problemas.

CONCLUSÃO
O que estamos tentando dizer com a Síndrome doProibido?
Simples: você NÃO precisa de um personagem exótico ou poderoso para se sobressair. Existem milhares de maneiras de tornar até mesmo o mais comum dos conceitos em algo novo, sem a necessidade de apelar para os conceitos que estão escondidos em suplementos obscuros e seguidos de um quadro cinza dizendo que são raros ou não recomendados.
É claro, falando num tom mais sério, é tentador ver um Kiasyd, Irmão de Sangue, Lasombra antitribu, Baali, Verdadeiro Brujah e outros conceitos estranhos e querer jogar com um deles. Mas isso realmente é preciso? Às vezes, com um pouco de inovação, um simples Brujah, Ventrue ou Toreador podem facilmente substituir essas linhagens obscuras, com um bônus: ao fazer isso com Clãs tradicionais, você está fugindo de estereótipos.
Da mesma forma, embora poder seja um forte atrativo, ele não é uma necessidade. Às vezes, um mortal normal, sem poder nem conhecimento sobrenatural, pode ser mais divertido que um Ancião.
E por fim... os extintos, com certeza eles atraem. Nas linhas alternativas da White Wolf, como Idade das Trevas ou A Cruzada dos Feiticeiros muitas vezes possibilitam jogar com grupos extintos como os Capadócios, a Ordem da Razão, os Solificati e outros. Mas, analisando bem esses grupos, vemos que novamente não há nada neles que não possa ser reproduzido de uma forma mais convencional...
pense bem: você realmente precisa ser “o último Uivador Branco?” Que tal um Fianna ou Cria de Fenris que tem descendência dos Uivadores, e passa sua vida buscando artefatos e informações sobre a Tribo perdida?
Sempre há alternativas para essas opções exóticas, e muitas vezes a alternativa pode ser muito melhor. Ao criar um personagem cuja melhor escolha pareça ser um grupo ou classe exótica, tente ver como encaixa-lo em algo mais convencional. Talvez você se surpreenda com o resultado.
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Re: A SINDROME DO PROIBIDO

Mensagem por CorreComOsLobos em Qui Dez 09, 2010 7:39 pm

SÍNDROME 1 eu até acho engraçada em alguns casos, mas SÍNDROME 2: O PODEROSO sempre achei uma coisa extremamente fudida, de boa mesmo, tenho horror de narrar e jogar com esse tipo de pessoa.

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Re: A SINDROME DO PROIBIDO

Mensagem por Shirou Assamia em Qui Dez 09, 2010 7:40 pm

já vi isso em outro lugar Rolling Eyes

mais isso é bem comum no mundo do storyteller xD


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Re: A SINDROME DO PROIBIDO

Mensagem por Crowley em Qui Dez 09, 2010 9:56 pm

pow eu achei em outro forum e é muito bom pois eu ja pasei pelo nivel 1 e 2 rsrsr
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Re: A SINDROME DO PROIBIDO

Mensagem por Alexwalker em Ter Dez 14, 2010 7:52 pm

Olhando para o universo de Lobsomem apenas... na minha opnião eu veria sob o seguinte prisma:
- Sindrome 1 - Merece uma análise de veto e uma conversa...explicando o pq d Veto...
discussão do pq:
Se vc for jogar de Mokolé, Rokea ou Nagah numa matilha de Garou.. sem ser da corte, mereceria uma excelente explicação do pq vc vai interagir com alguem q vc odeia... isto é... vc ferra o roleplay para ter uma coisa estranha... e força aos outros jogadores a ficarem numa sinuca de bico.
Um presa de prata, acha a guerra da fúria válida, um shadow tb, um cria se lamenta por ter acabado...rsrsrrs então imaginem vc com um bastet (qualmi e não Simba) interagindo no universo garou (dentro de um caern)... seria muito estranho dentro de um roleplay.

Agora, se na sua cronica vcs estão buscando alianças... um player mesmo assim seria dificil jogando com um outro metamorpho, mas passaria a interagir com eles de forma a conquistar a confiança e ser o "diferente"... o que seria uma forma de vetar, mas mesmo assim, trazer ao player o cenário de interação com outros metamorphos.
Uma outra forma de se sanar isso, é fazer oneshot de metamorphos que venham a interagir com os eventos da cronica, tipo Amimatrix o voo de osiris... os jogadores estariam com metamorphos em alguma missão ue o resultado disso estaria na cronica garou deles...

Sindrome 2 - Veto...
discussão do pq:
Isso sempre gera o famoso 1x1.. um jogador brigando com o outro no modelo (o meu bate no seu) ou interpretações do tipo... "Ele escutou isso e deu uma garrada" priorizando a briga entre os jogadores e não a história em si...
E no mais... bem...
Pq não matamos esta abominação aqui?? ele falhou em morrer, falhou de todas as formas possiveis que gaia lhe deu... e até os espirais odeiam o cara... mas a nossa matilha vai aguentar isso...
Ou o espiral que piamente acredita que deve matar gaia.. do nada, muda de lado e volta jogando com todos os seus poderes de corrompidos... afinal... se ele era de uma matilha do dragão verde e tinha direito a um bale fire no inicio de cada ataque.. agora que ele voltou para Gaia... seria super lançar este mesmo ataque totalmente corrompido contra os inimigos e os amigos iam torcer por ele...kkk

Mas o maior medo disso é o Overpower na ficha.. que normalmente acontece neste caso.. vc começa com um ahroun.. mas cara.. sentir a presa dos ragabash é show de bola... vou aprender...
E fica a pergunta de RolePlay.. pq um Ragabash fostern te ensinaria isso?? e como os outros veriam vc ao demonstrar interesse por um augurio que não é seu???
ou pior
"Sou um ancião dos Crias... mas ShadowPack é muito legal.. então vou aprender..."
Sem levar em consideração do PQ um ancião dos Shadows ensinaria um dos poderes mais forte da tribo.. para um ancião [b]de outra tribo[b]...

Essas coisas devem ser vetadas, pois assim evita discussões e criações de personas overpower...

Sindrome 3 - Motivos para cronicas....??
discussão do pq:
Bem...Jogar com Buynip, Croatan e Uivadores Brancos, recebem o famoso.. não rola.. mas como sempre, podem ser temas para uma cronica... Croatans, bem, vc pode iniciar uma cronica em dark ages momentos meses antes do famoso incidente e ter uma one shot de jogadores jogando com o Croatans... e depois numa cronica, eles indo buscar atefatos dos croatanse coisa do tipo...
Buynips... em dark ages na colonização da australia... um one shot sobre lutar contra a invasão do outros garous num jogo bem apocalipse e terror pessoal, pois vc sabe que não vai vencer...mas mesmo assim tenta a sorte.
Uivadores... tem 50.000 histórias de resgatar um parente ou um garou com raça pura 5 dos uivadores e sempre ver dar merda, pq bem.. ele viraria um ronnin ou seria aceito por outra tribo ou viraria um espiral, ou simplesmente chegando a conclusão que isso não vai acontecer at all...
São forma de sanar este desejo, mas nunca colocar num jogo convencional, pois ferra com a temática de terror pessoal, pois se eles conseguiram... o apocalipse não é tão mal qt comentam...kkkk


Tem a famosa regra de ouro, mas o único que eu realmente acho inviavel at all é a sindrome 2... pois não ajuda em nada e não dá para encaixar em nada...kkk

Té mais


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"May the road rise up to meet you.
May the wind always be at your back.
May the sun shine warm upon your face,
and rains fall soft upon your fields.
And until we meet again,
May God hold you in the palm of His hand."
-An Old Irish Blessing

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Re: A SINDROME DO PROIBIDO

Mensagem por Ayman "Brisa Invisível" em Ter Dez 14, 2010 8:19 pm

Na bucha a extratégia do One Shot funciona com todos:

"Vamos lá galera, hoje vamos fazer um jogo com ancestrais, tá liberado todas as tribos, façam personagens Clyath com 30 pontos de Bônus"

Próximo jogo faz os personagens terem um sonhos com seus ancestrais e segue o baile...
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Re: A SINDROME DO PROIBIDO

Mensagem por Shirou Assamia em Ter Dez 14, 2010 9:02 pm

a sindrome do proibido é foda
já atige cerca de 30% dos jogadores e está crescendo em um ritmo alarmante!

o ministerio da saude adverte fazer personagens extremamente fora do comum vicia!


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Re: A SINDROME DO PROIBIDO

Mensagem por Alexwalker em Ter Dez 14, 2010 10:19 pm

Rafa,
Basicamente é isso mesmo...
Com um jogo One Shot vc consegue jogar com os estranho sem ter que colocar um estranho no meio de jogo normal...kkk

Ms para o 2.. num rola independente... 30 pontos para cliath é phoda...kkkk


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Re: A SINDROME DO PROIBIDO

Mensagem por Nevasca em Qua Dez 15, 2010 2:53 am

Dá pra largar eles contra 10 Aparições e que se foda... os 30 pontos vão parecer pouco...
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